PCR-as

Também Conhecido como: PCR-as
Nome formal: Proteína C Reactiva de alta sensibilidade
Testes relacionados: Perfil Lipídico, Avaliação de risco cardíaco, Colesterol, Triglicerídeos, HDL, CRP



Como é utilizado?

Quando é solicitado?

O que significa o resultado?

Há mais alguma coisa que deveria saber?

 

 

Como é utilizado?

Há duas formas diferentes deste teste. O teste considerado como padrão, PCR, mede uma amplitude de valores muito maior, mas é menos sensível nos valores mais baixos. O teste PCR-as determina com maior exactidão concentrações mais baixos da proteína (dai ser mais sensível), o que o torna mais útil que a PCR para ajudar a prever o risco de DCV em pessoas saudáveis. Actualmente não existe um consenso sobre o seu valor, mas o teste está a ser promovido por alguns como um teste que ajuda a determinar o risco potencial de DCV, de ataque cardíaco ou de AVC.

O pensamento dominante é o de que a PCR-as poderá ter um papel no processo de avaliação anterior ao desenvolvimento de alguns destes problemas de saúde referidos.

Ainda faltam estudos clínicos que nos permitam perceber melhor o seu papel nos eventos cardiovasculares e que levem, eventualmente, ao desenvolvimento de regras de aplicação do seu uso no diagnóstico e no tratamento.

 

 

 

Quando é solicitado?

A PCR-as é normalmente solicitada como um de vários testes num perfil de risco cardiovascular, juntamente com outros testes, como por exemplo, colesterol e triglicerídeos. Alguns peritos dizem que a melhor forma de prever o risco é combinar um bom marcador de inflamação, como a PCR, juntamente com a relação do colesterol total com o colesterol HDL.

 

 

 

O que significa o resultado?

As pessoas com valores mais elevados de PCR-as têm o risco mais elevado de DCV, enquanto que os que têm valores mais baixos têm um risco menor. Quando a concentração de PCR-as está no limite superior da normalidade, considera-se que o risco de ter um ataque cardíaco é de 1,5 a 4 vezes maior do que quando a concentração está no limite inferior da normalidade.

A American Heart Association e o Center for Diseases Control dos EUA definiram os seguintes grupos de risco:

  • Baixo risco: menos de 1.0 mg/L
  • Médio risco: 1.0 a 3.0 mg/L
  • Elevado risco: acima de 3.0 mg/L

Estes valores são apenas uma parte do processo global de avaliação das doenças cardiovasculares. Factores de risco adicionais a considerar são níveis elevados de colesterol total, colesterol LDL, triglicerídeos e glicose.

 

 

NOTA: não é possível identificar um intervalo de referência padrão para esta análise. Uma vez que os valores de referência dependem de muitos factores, incluindo a idade do doente, o sexo, as características da população, bem como dos vários métodos de análise, os resultados numéricos da análise podem ter significados diferentes em laboratórios diferentes. O relatório do seu laboratório deve incluir sempre o intervalo de referência específico para as suas análises. O LabTests Online recomenda que discuta os resultados da sua análise com o seu médico. Para mais informações sobre o intervalo de referência, leia por favor Intervalos de Referência e o seu Significado.

 

 

 

Há mais alguma coisa que deveria saber?

Os níveis de PCR no sangue podem diminuir se tomar anti-inflamatórios não-esteróides (como Aspirina - Ácido acetilssalícilico, Ibuprofen ou Naproxeno) ou estatinas. Tanto os anti-inflamatórios como as estatinas podem ajudar a reduzir a inflamação, reduzindo assim os níveis de PCR.

Dado que o teste de PCR-as é um marcador de inflamação, é importante que qualquer pessoa que faça o teste seja saudável, para que este tenha o valor de previsão do risco de doença coronária ou ataque cardíaco. Qualquer doença recente, lesão nos tecidos, infecção ou inflamação geral vai aumentar a quantidade de PCR e dar um risco estimado falsamente elevado.

 

Uma vez que o teste de PCR-as e o de PCR determinam a mesma molécula, as pessoas com inflamação crónica, tal como aquelas com artrite, não devem medir a concentração dos níveis de PCR-as. Os seus níveis de PCR estarão muito elevados devido à artrite –demasiado elevados para que faça sentido utilizar a PCR-as nessas situações.

 

 




Última data modificada14.01.2010

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